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Gula
02Abr2010 22:44:52

 

BLOGTOK| CICLOS DE POESIA| 7 PECADOS| GULA| DE MOURA

 
Ao trono sobe sem retorno
Um sonho, longo gole estabelecido.
Em código incógnito recita promessas
Povo cabisbaixo sente as ameaças.
Esfomeados! Lambuzados!
Gula cometida!
 
Lá do alto apregoa, a barriga já está cheia
Vai andado o barco, recheado de mercadoria.
Enquanto, o povo humilhado continua o dia- a- dia.
Braços cruzados, lamentações, e grande azia.
Quando chegará o dia, em que nasce aquele que não se enche de gula?
         
Só o poder é arrojado uma vaidade inconcebível.
É assim que cometes gula!
Ninguém consegue enxergar a verdadeira essência de amar.
O partilhar! Ajudar!
O teu nome precisa de ser floreado é mais capaz de chegar ao estrelado.
 
Sobejam nuvens cinzentas para lá das montanhas.
Estreitamente frágeis, os anos correm, sem luz.
Pensas que por estares lá no alto és o esplendor que reluz.
Como pode ser isso?
Nada fazes pelo povo que encontras pelas ruas.
Só a ti a gula é mestra da sabedoria.
 
Reles, pensamentos, mal alinhavados!
Só resta mesmo a pobre fé,
Nestes corações em desalentos.
Cometendo gula que mais se prevê?
Nada!
Só a derrota e um povo arrependido, que mais uma vez acreditou em ti.
 

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